Grupo é alvo da polícia após usar nome de Marcelo Castro para aplicar golpes

Ao todo, oito mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Timon (MA) e Teresina (PI).

Nesta terça-feira (27), a Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a “Operação Alto Escalão 2” contra uma organização criminosa que clonava perfis de WhatsApp de parlamentares, entre eles o do senador piauiense Marcelo Castro, para cometer fraude eletrônica. 

  

Marcelo Castro Foto: Reprodução/Agência Brasil

   


Ao todo, oito mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Timon, no estado do Maranhão, e em Teresina, no Piauí.

Sob o pretexto de doações disponíveis, os golpistas contatavam as vítimas, pedindo depósitos para transporte de itens, alegando um prazo limitado. A investigação, teve início em junho de 2023, após denúncias de senadores sobre uso fraudulento de seus nomes. Durante a investigação foi constatado que os criminosos também usavam perfis falsos de outras autoridades.

Em nota, Marcelo Castro afirmou que diversas tentativas de golpe foram feitas utilizando seu nome: “As redes sociais não podem servir de palco para reiterados crimes e fraudes. Foram diversas tentativas de golpe utilizando meu nome e minha imagem”.

O senador, também relatou que sempre está alertando nas suas redes sociais sobre qualquer pedido ilícito de informações e valores.

Entre outubro e novembro de 2021, a assessoria do senador Marcelo Castro alertou sobre golpes em seu nome, aplicados via WhatsApp, direcionados a prefeitos e outros contatos. Criminosos usavam a foto e nome do senador para solicitar informações às vítimas. Em 2022, o golpe foi novamente denunciado pelo senador, que relatou que os golpistas usavam um número de telefone diferente do seu para pedir atualizações de contato via WhatsApp.