O senador e presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, afirmou nesta segunda-feira (1º) que foi alvo de uma reportagem que o vinculou ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Em vídeo publicado nas redes sociais, ele disse que o site que fez a acusação é ligado à esquerda e que a denúncia se baseia em um depoimento de testemunha anônima.
Ciro mostrou um contrato de R$ 441 mil da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) com o jornalista Leandro Demori, que, segundo ele, integra o site responsável pela publicação. O senador disse ter recebido mensagens com perguntas sobre supostas ligações com o crime organizado e que teria sido acusado de receber dinheiro no gabinete.
O parlamentar declarou que enviou um ofício ao Ministério da Justiça pedindo investigação e que abriu mão de seus sigilos para apuração da Polícia Federal. Também informou que solicitou ao Senado o levantamento das entradas em seu gabinete para comprovar que as pessoas citadas na denúncia não o visitaram.
Ciro Nogueira disse ainda que pretende solicitar um novo levantamento das visitas ao gabinete, desta vez abrangendo todo o período de seu mandato. Ele afirmou que vai acionar a Justiça contra os responsáveis pela denúncia e acusou o governo federal de usar recursos públicos para atacar adversários políticos.