Blogueira suspeita de planejar e executar esquartejamento de jovem é presa em Teresina - Central 190
Terça, 16 de julho de 2024, 01:23
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Blogueira suspeita de planejar e executar esquartejamento de jovem é presa em Teresina

O crime teria ocorrido no dia 23 de junho, e o corpo da vítima foi encontrado enterrado em um matagal na Vila da Guia três dias depois.

Nesta segunda-feira (08), a blogueira Maria Clara Sousa Nunes Bezerra, conhecida como Clarynha Sousah, de 25 anos, foi presa, suspeita de planejar e executar o esquartejamento de Silvana Rodrigues de Sousa na zona Sudeste de Teresina. O crime teria ocorrido no dia 23 de junho, e o corpo da vítima foi encontrado enterrado em um matagal na Vila da Guia três dias depois.

  

Blogueira presa em Teresina. Foto: Reprodução.
   

Segundo informações da Polícia Civil, Maria Clara foi detida na casa de sua mãe, localizada na mesma região onde o corpo da vítima foi encontrado. A suspeita é membro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e atua como disciplina dentro da organização.

As investigações indicam que Maria Clara estava com a vítima já morta antes do esquartejamento. A polícia acredita que o crime foi motivado por uma rixa entre facções, com a suspeita de que Silvana atuava como infiltrada de uma facção rival na área.

A perícia revelou que a vítima foi enforcada e, em seguida, esquartejada. O corpo foi colocado em sacolas e enterrado em covas rasas, um método que demonstra a tentativa de ocultar o cadáver e a demonstração do poder da facção criminosa.

  

Vítima do crime. Foto: Reprodução.
   

Maria Clara, que possui antecedentes criminais por tráfico de drogas e receptação, é apontada como mandante do crime. A Polícia Civil continua as diligências para localizar outros envolvidos no homicídio.

No dia 26 de junho, o corpo foi descoberto enterrado em um matagal na Vila da Guia. A perícia identificou que Silvana foi assassinada em uma casa abandonada na mesma região e depois esquartejada. O corpo foi colocado em dois sacos de estopa e enterrado em covas de cerca de um metro de profundidade, cobertas para esconder os vestígios.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar e prender outros possíveis responsáveis pelo crime. A prisão de Maria Clara representa um avanço significativo na resolução deste caso de violência brutal.

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