Servidores do IFPI e da UFPI em greve protestam na Avenida Cajuína e interditam via - Piauí
Sexta, 14 de junho de 2024, 19:35
Piauí

Servidores do IFPI e da UFPI em greve protestam na Avenida Cajuína e interditam via

Por volta das 17h10, os servidores interromperam temporariamente uma parte da via, mas logo a avenida foi liberada.

Na tarde desta terça-feira (4), professores e servidores técnicos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e do Instituto Federal do Piauí (IFPI) participaram de um protesto na Avenida Cajuína, no bairro Noivos, zona Leste de Teresina. O movimento ocorreu durante a abertura do VI Simpósio Nacional de Educação (Sined), promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), com a previsão de participação do ministro da Educação Camilo Santana, que, segundo informações, cancelou sua presença.

  
Professores e técnicos do IFPI e da UFPI em greve protestam na Avenida Cajuína e interditam via parcialmente. Foto: Renato Andrade.
 
 
 

Por volta das 17h10, os servidores interromperam temporariamente uma parte da via, mas logo a avenida foi liberada. A manifestação teve como objetivo reivindicar pautas comuns entre os servidores, como reajuste salarial, recomposição do orçamento, revogação de medidas que afetam os professores e técnicos, entre outros.

Alexandrina Rocha, diretora do SINDIFPI e professora do IFPI em Cocal, explicou que as pautas dos servidores são semelhantes, enfatizando a necessidade de reajuste salarial e a recomposição do orçamento, que foi reduzido ao longo dos anos. Ela também mencionou a questão do "revogaço" de algumas medidas que afetam a função do professor e as pautas dos técnicos, incluindo recomposição salarial.

Os professores e servidores técnicos do IFPI estão em greve há aproximadamente 50 dias, enquanto os servidores da UFPI também estão em greve desde março. Os professores da UFPI aderiram ao movimento nacional há uma semana. Vanessa Castelo Branco, servidora da UFPI e membro do comitê de greve, relatou que as reivindicações da categoria não estão sendo atendidas pelo governo, e que a última proposta do Ministério da Gestão e Inovação (MGI) foi rejeitada.

Ela destacou que outra mesa de negociação está agendada para o próximo dia 11, onde os servidores esperam avançar nas negociações e obter respostas satisfatórias às suas demandas. O protesto demonstra a determinação dos servidores em lutar por seus direitos e melhorias nas condições de trabalho e remuneração.

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