A defesa da enfermeira supervisora Ingrid Ohana Gomes da Cruz Galvão negou qualquer participação no caso envolvendo a tentativa de retirada de uma recém-nascida da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina. Em nota divulgada nesta quarta-feira (8), os advogados afirmaram que a profissional estava exercendo suas atividades normalmente no momento da ocorrência e colaborou com os procedimentos internos de segurança da unidade.
Segundo a defesa, Ingrid não foi afastada do cargo e decidiu procurar a Delegacia de Polícia de forma voluntária para apresentar informações e contribuir com a investigação. Os advogados afirmam que a enfermeira nunca participou de qualquer ação criminosa e que seu nome teria sido relacionado ao caso de forma indevida após a repercussão do episódio.

A manifestação ocorreu após relatos de familiares da bebê indicarem que uma funcionária da maternidade teria conhecimento sobre a mulher suspeita de tentar retirar a criança da unidade. A defesa afirma que essa associação gerou uma interpretação equivocada sobre a atuação da enfermeira e pede que todos os fatos sejam esclarecidos durante o andamento da investigação.
A Polícia Civil ainda apura todas as circunstâncias do caso e, até o momento, não atribuiu responsabilidade criminal à enfermeira. A maternidade informou que entregou imagens do circuito interno e demais informações solicitadas pelos investigadores. As autoridades seguem analisando os elementos para esclarecer a participação ou não de outras pessoas no episódio.

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