A mulher suspeita de matar Luiz Ancelmo de Pereira a facadas, em Oeiras, no Sul do Piauí, foi colocada em liberdade após passar por audiência de custódia na segunda-feira (7). A decisão judicial considerou a existência de indícios de que ela pode ter agido em legítima defesa. A identidade da suspeita não foi divulgada pelas autoridades.
O caso aconteceu na madrugada de domingo (6), nas proximidades de um mercado público. Segundo a Polícia Militar, houve uma discussão entre os dois, que evoluiu para uma agressão física. Durante o confronto, a mulher teria usado uma faca e atingido Luiz na região do peito. Após o ataque, ela deixou o local, mas foi encontrada e presa horas depois por policiais militares.
Luiz foi localizado caído e inconsciente quando os policiais chegaram. Ele apresentava ferimentos provocados por arma branca e morreu ainda no local, antes de receber atendimento. O delegado Luciano Santana, responsável pela investigação, informou que a Justiça decidiu não converter a prisão em preventiva diante dos elementos que apontam para uma possível reação da suspeita durante a agressão.
A Delegacia Seccional de Oeiras segue investigando as circunstâncias da morte. A polícia deverá reunir novas informações e depoimentos para esclarecer como ocorreu a briga e verificar as condições em que a facada foi desferida. A decisão tomada na audiência de custódia não encerra a investigação do caso.
Suspeita de matar homem a facadas em Oeiras é solta por legítima defesa
Mulher foi detida após o crime, mas Justiça não decretou prisão preventiva durante audiência de custódia.
Jornalista
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- A mulher suspeita de matar Luiz Ancelmo de Pereira foi libertada após audiência de custódia.
- A suspeita pode ter agido em legítima defesa, segundo indícios apresentados.
- A identidade da mulher não foi divulgada.
- O incidente ocorreu após uma discussão que virou agressão física.
- Luiz Ancelmo foi atingido por uma faca e morreu no local.
- A polícia encontrou a suspeita horas depois do incidente.
- O delegado responsável indicou que a prisão não foi convertida em preventiva devido aos indícios de legítima defesa.
- A investigação continua para esclarecer os detalhes do ocorrido.