O governador Rafael Fonteles (PT) sancionou a Lei nº 9.104/2026, que cria uma política estadual voltada ao acompanhamento da saúde mental e à valorização dos profissionais de segurança pública do Piauí. A proposta é de autoria do deputado estadual Gessivaldo Isaías (MDB) e foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (10).
A nova política estabelece medidas para acompanhar situações de vitimização envolvendo profissionais da área, além de ações destinadas a prevenir problemas de saúde mental. Entre os pontos previstos estão iniciativas de prevenção ao adoecimento psicológico e ao suicídio, acompanhamento dos trabalhadores e melhoria das condições relacionadas ao exercício da profissão.
A legislação também permite que o Poder Executivo desenvolva mecanismos para reunir e analisar informações sobre ocorrências envolvendo agentes de segurança, tanto durante o serviço quanto fora dele. Os dados poderão incluir afastamentos relacionados a problemas psicológicos e outros indicadores de saúde mental, que deverão servir de base para a criação de novas ações públicas.
Outro ponto previsto é a integração entre órgãos de segurança, instituições de ensino e pesquisa, entidades da sociedade civil e serviços públicos de saúde. A lei também estabelece diretrizes para melhorar a formação e a capacitação dos profissionais, incluindo orientações para o atendimento e a abordagem adequada de pessoas com deficiência. A medida busca reunir ações de prevenção, assistência e valorização dentro da política estadual de segurança pública.
Sancionada lei que amplia proteção à saúde mental de agentes de segurança no Piauí
Lei proposta pelo deputado Gessivaldo Isaías prevê medida de acompanhamento, monitoramento de casos de vitimização e prevenção ao adoecimento psicológico e ao suicídio.
Jornalista
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- O governador Rafael Fonteles sancionou a Lei nº 9.104/2026 referente à saúde mental e valorização dos profissionais de segurança pública do Piauí.
- A lei é de autoria do deputado Gessivaldo Isaías e visa prevenir problemas de saúde mental e o suicídio entre profissionais da segurança.
- Medidas incluem acompanhamento das condições de trabalho e situações de vitimização.
- Permite que o Poder Executivo colete e analise dados sobre ocorrências envolvendo agentes de segurança.
- Prevê a integração entre órgãos de segurança, instituições de ensino, entidades civis, e serviços de saúde.
- Estabelece diretrizes para melhorar formação e capacitação dos profissionais, incluindo abordagem de pessoas com deficiência.