O Supremo Tribunal Federal arquivou a investigação que envolvia o senador Ciro Nogueira por ausência de provas de irregularidades.

A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes e também beneficiou outros parlamentares citados no caso, entre eles o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.
O processo teve repercussão nacional após a divulgação de informações sobre uma viagem realizada em um avião particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG. Também estavam no voo os deputados federais Doutor Luizinho e Isnaldo Bulhões.
Na decisão, Alexandre de Moraes afirmou que os elementos reunidos pela Polícia Federal não apontaram participação dos parlamentares em qualquer prática ilícita.
“Não se verifica, a partir dos elementos de investigação colhidos pela Polícia Federal, qualquer envolvimento dos referidos parlamentares com as apontadas condutas ilícitas”, escreveu o ministro.
Em nota divulgada após o arquivamento, a assessoria de Ciro Nogueira afirmou que o senador recebeu a decisão “com naturalidade” e destacou que ele sempre teria seguido os protocolos exigidos pela Receita Federal.
“O senador Ciro Nogueira recebeu a notícia do arquivamento com naturalidade, já que esse era o único desdobramento possível, visto que sempre cumpriu todos os protocolos exigidos pela Receita Federal”, informou a nota.
A assessoria também criticou a repercussão do caso na imprensa.
“Lamentamos apenas que uma ‘denúncia’ absurda e descabida como essa tenha tido tanto espaço em veículos de imprensa”, concluiu o comunicado.

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