O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias (PT) comentou as articulações políticas da base governista no Piauí e defendeu que a definição da chapa majoritária seja construída com diálogo e espírito de equipe. Durante entrevista, o petista utilizou uma metáfora do futebol para descrever o momento das negociações.

Ao ser questionado sobre a composição da chapa que deve ser liderada pelo governador Rafael Fonteles (PT), com o nome do secretário Washington Bandeira indicado para a vice, Wellington afirmou que a política exige confiança entre os integrantes do grupo.
“Eu gosto muito do futebol. E no futebol eu gosto da ideia de time. Quando a gente entra em campo precisa olhar e confiar no outro. Ninguém resolve sozinho. Um passa a bola, o outro sabe dar um drible, mas sem perder a bola até fazer o gol”, declarou.
Segundo o ministro, as decisões políticas devem levar em conta, прежде de tudo, os interesses do estado e da população. Ele também ressaltou que sempre defendeu o diálogo como caminho para a construção de consensos dentro do grupo político.
“Quando tomamos uma decisão política, temos que olhar em primeiro lugar para o Piauí e para as pessoas. Quem me conhece sabe que eu sou do diálogo. É pelo diálogo que, se Deus quiser, logo mais, numa agenda de conclusão, de fechamento, a gente possa ter um time forte, unido”, afirmou.
Questionado ainda sobre o cenário de disputas e divergências dentro da base governista, especialmente nas discussões sobre chapas proporcionais, Wellington voltou a recorrer à metáfora do futebol e disse que cada integrante tem uma função dentro do grupo.
“O time tem técnico, tem massagista, tem roupeiro, tem de tudo. Eu estou trabalhando agora como roupeiro”, disse.

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