O domingo do 2º turno da eleição presidencial no Brasil de 2026 entra para os anais da história política nacional como o dia em que Lula (do Brasil) se consolidou como o maior estadista da América Latina, e entre os dez maiores do mundo, e a democracia mostrou nas ruas do país a sua força contagiante.
Em um cenário político digno de cinematografia, os estados unidos do Nordeste e Minas Gerais salvaram a democracia do ódio fascista e do projeto de poder familiar, para reeleger o presidente Lula (PT). Pois, nunca, na história desse país, se viu mais eleitores votarem, menos votos brancos e nulos e uma virada fenomenal em mais de 200 cidades brasileiras. Isto é fan-tás-ti-co!
É fato, a vitória de Lula (do povo brasileiro) foi histórica, mas, a virada foi espetacular, pois, no 1º turno ele perdeu por 2,2 milhões de votos para Flávio Bolsonaro (PL). Porém, no 2º turno, com o “exército da democracia” (o povo), ele conquistou uma vitória retumbante por 4,4 milhões de maioria contra o “time da falsa mudança” de extrema-direita.
Ora, a justiça se fez, pois, pelo que se viu e ouviu nos debates públicos, Lula é mais preparado para governar (e conhece) o país do que o candidato da extrema-direita. Isso se mostrou em números, pois, Lula cresceu mais do que todos os outros candidatos derrotados no 1º turno somados, virou em 211 cidades, alcançou votação recorde e teve uma explosão de engajamento nas redes sociais, como nunca antes se viu.
A vitória sensacional de Lula (da juventude, dos idosos e das mulheres) é tão ímpar, espetacular e robusta que, pela primeira vez, depois de dez eleições presidenciais no Brasil, um candidato que perdeu no 1º turno não só virou uma eleição no 2º turno, como imprimiu uma esplendorosa derrota ao seu adversário com uma retumbante diferença de votos.
Assim, Lula (do povo brasileiro) grava seu nome na história política do Brasil, com sete disputas em eleições presidenciais e quatro vitórias. Sem dúvidas, o seu nome é fortíssimo quando se trata de eleições gerais e popularidade no país, e conquistou um merecido reconhecimento internacional.
Contudo, outros fatores foram, também, bases importantíssimas para a vitória histórica de Lula, como as participações na coordenação de campanha do governador Rafael Fonteles (PT-PI) e do senador Camilo Santana (PT-CE), e, principalmente, a entrega do deputado André Janones (REDE-MG), que, abnegadamente, comandou e transformou o “exército de Lula” em um fenômeno político de engajamento nas redes sociais.
Assim, a mudança radical da estratégia de campanha no 2º turno, o engajamento nas redes sociais e a adoção de medidas populares reduziram a rejeição de Lula e levou o povo para as ruas em defesa da democracia contra a falsa mudança proposta pela extrema-direita. Ou seja, o medo de perder a democracia foi, mais de 4 milhões votos, maior do que o querer pela “mudança”, que só visava realizar o projeto de poder familiar e não um projeto de Brasil.
A vitória espetacular de Lula (do povo), revela, também, por um lado, que a sociedade brasileira rejeita os políticos e defensores de xenófobos, de racistas, de misóginos, de preconceituosos, de homofóbicos, de extremistas e de sexistas. E, por outro lado, que ela está aprendendo pela dor o real valor de uma democracia no presente e para as futuras gerações desse país. A luta não para!
Portanto, o ano de 2026 entra para história política nacional, onde Lula (do Brasil) se tornou o único tetracampeão em eleições presidenciais no país, o povo brasileiro optou pela defesa da soberania, a juventude retomou o protagonismo político, as mulheres firmaram posição e os idosos se vestiram de civismo. Viva!!!