A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (24) a consulta ao quarto e último lote regular de restituições do Imposto de Renda 2026. Ao todo, 521.935 contribuintes estão incluídos nesta etapa, que representa um pagamento de R$ 1,24 bilhão. O valor também contempla restituições residuais de declarações de anos anteriores. O crédito será depositado no dia 31 de agosto, diretamente na conta bancária ou na chave Pix vinculada ao CPF informada pelo contribuinte na declaração.
A consulta pode ser feita pela internet, no serviço “Meu Imposto de Renda”, disponível no site da Receita Federal. Depois de acessar a plataforma, o contribuinte deve selecionar a opção “Consultar a Restituição”. A verificação também está disponível pelo aplicativo da Receita Federal para celulares e tablets. Do total previsto para este lote, R$ 704,12 milhões serão destinados a pessoas que possuem algum tipo de prioridade prevista nas regras de pagamento.

Entre os beneficiados estão 86.873 contribuintes com idade entre 60 e 79 anos, 26.769 pessoas que têm o magistério como principal fonte de renda, 16.850 contribuintes com mais de 80 anos e 9.029 pessoas com deficiência física ou mental ou com doença grave. Outros 338.912 contribuintes utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou escolheram receber a restituição por Pix, critério que não representa prioridade legal. Também estão incluídos 43.502 contribuintes sem prioridade.
Neste ano, a Receita Federal reduziu de cinco para quatro a quantidade de lotes regulares de restituição. Os pagamentos foram concentrados entre o fim de maio e agosto, e, segundo o Fisco, os dois primeiros lotes reuniram cerca de 80% do total previsto para 2026, tanto em número de pessoas quanto em valores. Quem não aparecer na consulta deve verificar o extrato da declaração pelo e-CAC. Caso exista alguma pendência, é possível enviar uma declaração retificadora e aguardar a inclusão em lotes posteriores. Se o dinheiro não puder ser depositado por algum problema com a conta informada, o valor ficará disponível no Banco do Brasil para resgate por até um ano.

Dê sua opinião: