Em janeiro de 2024, o galerista norte-americano Brent Sikkema, de 75 anos, foi encontrado morto em uma residência de férias no bairro Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

As investigações apontaram como executor do crime o cubano Alejandro Triana Prevez, preso por agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro apenas quatro dias depois do assassinato, em 18 de janeiro. Segundo a acusação, o executor recebeu US$ 5 mil pelo crime, com a promessa de pagamentos adicionais. Minutos após o homicídio, ele também teria ligado diversas vezes para Daniel Sikkema, ex-marido da vítima.

A motivação do assassinato estaria relacionada a um conturbado processo de divórcio e a disputas patrimoniais envolvendo o galerista, proprietário de uma conhecida galeria de arte em Manhattan, Nova York.

Daniel Sikkema foi condenado à prisão perpétua pela Justiça norte-americana. A sentença foi proferida na quarta-feira (04), pelo Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York, em Manhattan. Em maio deste ano, um júri já havia considerado Daniel culpado pelos crimes de homicídio mediante contratação de assassino, conspiração para cometer homicídio mediante contratação e conspiração para cometer homicídio em um país estrangeiro.

Quanto ao executor do assassinato, Alejandro Triana Prevez, o processo continua tramitando na Justiça brasileira.