A Polícia Civil do Piauí deve investigar as circunstâncias do atropelamento que matou Rosália Lima da Silva Brito e deixou a filha dela, de 12 anos, ferida na noite de quarta-feira (12), na Avenida Duque de Caxias, na região do bairro Água Mineral, zona Norte de Teresina. Segundo o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), as duas atravessavam a via pela faixa de pedestres quando foram atingidas pela parte dianteira de uma motocicleta. Rosália sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.
A filha da vítima sofreu uma fratura no braço e foi atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo levada ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT). O motociclista, identificado como Jardesson Rodrigues, também ficou ferido e sofreu traumatismo cranioencefálico. Ele foi encaminhado ao mesmo hospital. De acordo com o BPTran, o Sistema de Policiamento por Inteligência Artificial (SPIA) indicou que o semáforo existente no trecho estava funcionando no momento do acidente. A confirmação de fatores como velocidade e demais circunstâncias dependerá da perícia.

Outro ponto informado pelo BPTran é que o motociclista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Ele foi autuado por conduzir veículo sem habilitação, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro. Não foi possível realizar o teste do bafômetro. Mesmo após ser levado para atendimento médico, o motociclista foi apresentado à autoridade policial para que o delegado avaliasse a possibilidade de prisão em flagrante.
O BPTran informou ainda que mantém um sistema de monitoramento dos locais onde há maior concentração de acidentes em Teresina. Entre as vias que aparecem com frequência estão as avenidas Duque de Caxias, Miguel Rosa, Frei Serafim, Kennedy e Henry Wall de Carvalho. As informações são utilizadas para definir ações de fiscalização e prevenção. A investigação do atropelamento deverá esclarecer a dinâmica do acidente e as responsabilidades envolvidas.

Dê sua opinião: