Piauí inicia campanha de coleta de DNA para ajudar a localizar pessoas desaparecidas

As amostras serão analisadas e comparadas na busca por possíveis vínculos de parentesco

Com a mobilização, as amostras coletadas dos familiares serão fundamentais para auxiliar na localização e identificação de pessoas desaparecidas em todo o Brasil. O material permanecerá cadastrado no banco de dados de DNA do Piauí e também no Banco Nacional de Perfis Genéticos, permitindo a comparação com o DNA de pessoas não identificadas, vivas ou falecidas.

  

Piauí amplia coleta de DNA para auxiliar na busca por pessoas desaparecidas 

   

As amostras serão analisadas e comparadas na busca por possíveis vínculos de parentesco, o que pode contribuir para a identificação de pessoas desaparecidas.

Somente nos primeiros meses deste ano, o Piauí já registrou 415 casos de pessoas desaparecidas, uma média de aproximadamente dois casos por dia. O número representa um aumento de 1,57% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 365 casos.

Em todo o Brasil, a mobilização conta com 334 pontos de coleta de DNA, ampliando a campanha nacional de identificação de pessoas desaparecidas.

Pontos de coleta no Piauí

No Piauí, a coleta será realizada em unidades localizadas nos municípios de:

- Teresina;

- Bom Jesus;

- Corrente;

- Floriano;

- Parnaíba;

- São Raimundo Nonato;

- Piripiri;

- Uruçuí;

- Picos.

A campanha reforça a importância da participação de familiares de primeiro grau. Segundo a orientação do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a preferência para a coleta segue a seguinte ordem: pai ou mãe, filhos ou filhas e irmãos biológicos.

Caso não seja possível contar com familiares de primeiro grau, outros parentes poderão ser considerados para a coleta, conforme avaliação das autoridades responsáveis.

A mobilização é destinada exclusivamente a familiares de pessoas desaparecidas, com o objetivo de ampliar o banco de dados genéticos e auxiliar na identificação dessas pessoas.