A discussão em torno da primeira suplência da pré-candidatura do deputado federal Júlio César (PSD) ao Senado tem movimentado os bastidores da base governista. Nos últimos meses, diversos nomes ligados ao PT foram cogitados para ocupar a vaga, mas acabaram ficando pelo caminho.
Entre os nomes que circularam nas conversas estavam o do secretário Pedro Rocha, aliado do governador Rafael Fonteles, da advogada Yasmin Dias, filha do ministro Wellington Dias, e do vereador de Teresina Dudu Borges, uma das principais lideranças petistas da capital.
Nenhum deles, porém, chegou a ser oficializado. Com o passar das semanas, as especulações foram perdendo força e os próprios nomes deixaram de figurar como opções para a composição da chapa.
Diante desse cenário, passou a ganhar espaço o nome da ex-vereadora Rosário Bezerra, quadro histórico do Partido dos Trabalhadores e ligada ao ex-deputado Antônio Neto. Embora esteja afastada de mandatos e cargos públicos há alguns anos, Rosário permanece como uma referência dentro da legenda.
A sequência de desistências e o fato de nomes considerados mais competitivos eleitoralmente terem saído da disputa alimentaram comentários nos bastidores sobre um suposto menor entusiasmo do PT com a pré-candidatura de Júlio César ao Senado.
Foi justamente sobre essa leitura que o Portal Central Piauí questionou o vereador Dudu Borges. A avaliação de alguns observadores é que, caso houvesse maior interesse do partido na composição da chapa, nomes com mandato ou maior projeção política poderiam ter sido mantidos na disputa pela suplência.