Um projeto de lei que cria regras para a vacinação domiciliar de pessoas com doenças raras e condições neurológicas incapacitantes avançou na Assembleia Legislativa do Piauí. A proposta, apresentada pelo deputado Gessivaldo Isaías (MDB), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça durante reunião realizada nesta terça-feira (15).
Pelo texto, o atendimento em casa será destinado aos pacientes que comprovarem limitações importantes de mobilidade ou que possam ter riscos à saúde ao se deslocarem até uma unidade de vacinação. A execução ficará a cargo do SUS, com participação dos municípios na organização do serviço.
O deputado Fábio Novo (PT) foi responsável pelo relatório da proposta na CCJ. Com a aprovação, o projeto seguirá para a Comissão de Saúde, Educação e Cultura, onde será analisado antes de continuar sua tramitação na Assembleia Legislativa.
A reunião da CCJ também teve a análise do Projeto de Lei Ordinária 127/26, que estabelece medidas de proteção para pessoas com deficiências ocultas no atendimento prioritário. O texto prevê que a apresentação de documentos como laudo médico, carteira de identificação da pessoa com deficiência e cartão do BPC não resulte em situações de constrangimento para quem precisa comprovar a condição.
Pessoas com doenças raras poderão receber vacinas em casa no Piauí
Projeto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça prevê atendimento pelo SUS para pacientes com mobilidade limitada ou risco clínico.
Jornalista
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- O projeto de lei que regulamenta a vacinação domiciliar para pessoas com doenças raras e condições neurológicas avançou na Assembleia Legislativa do Piauí.
- A proposta foi apresentada pelo deputado Gessivaldo Isaías (MDB) e aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça.
- A vacinação em casa será destinada a pacientes com limitações de mobilidade ou risco de saúde ao se deslocarem até unidades de vacinação.
- O SUS, junto com os municípios, será responsável pela implementação do serviço.
- O deputado Fábio Novo (PT) elaborou o relatório da proposta na CCJ.
- O projeto seguirá para a Comissão de Saúde, Educação e Cultura para mais análises.
- A reunião da CCJ também discutiu medidas de proteção para pessoas com deficiências ocultas no atendimento prioritário, evitando constrangimentos na comprovação de sua condição.