No chamado “corredor da morte”, Stacey Humphrey foi condenado por assassinar, ainda no ano de 2003, duas mulheres, Cythia Brow e Lari Williams, no escritório imobiliário em que vítimas e criminoso trabalhavam.

Segundo a denúncia, Humphrey alegou ter feito um empréstimo para a compra de um caminhão e, não conseguindo mais quitar as parcelas, resolveu roubar os cartões bancários das duas colegas de trabalho. Obrigou as amigas a ficarem nuas, revelar as senhas dos cartões e, depois, terminou tirando a vida de ambas com tiros de pistola.

Captura-de-tela-2026-09-14-144449.png
Cynthia Brow e Lari Williams - Fonte: Tribunal Superior do Condado de Cobb

Não é nenhuma novidade a execução de presos condenados no Estado da Geórgia. Desde o ano de 1976, dezenas de pessoas sentenciadas à pena capital foram executadas  por injeção letal. O fato inusitado, entretanto, é o pedido que todo condenado tem direito de fazer antes da execução. Stacey solicitou um verdadeiro banquete:

Peito de boi, costelas de porco, hambúrguer duplo, bacon e queijo, batata frita, asas de frango ao molho buffalo, pizzas, sorvete de pêssego e refrigerantes com cafeína fizeram parte do extenso cardápio solicitada por Humphrey.

A execução do criminoso, que estava prevista para o ano de 2025, acabou sendo protelada por seus advogados, que pleiteavam clemência junto à corte Americana, mas sem sucesso.

De acordo com informações do Gabinete do Procurador-Geral do Estado da Geórgia, a execução está marcada para a próxima quarta-feira (16), portanto amanhã.